Insano desprezível, perdido na floresta da solidão, condenado por entre séculos,
Como um espírito impuro do corpo de barro que pertencem as margens do rio Tiete;
Foi este exilado pelo desprezo dos irmãos na ignorância humana,
À não conhecer nunca, a nobreza do amor feminino.
Sujo e rasgado, com os pés descalços no mato, correndo com o animal que criou dentro de si,
Para suportar as gargalhadas de prazer de quem nunca está só,
Ao contrário, deste vulto que traz em tua face o gosto do fel;
Em um mundo onde ninguém se importa com o cheiro podre do esgoto em que se escondeu.
Mesmo assim ao engasgar com a saliva trazendo a fora o almoço que não consumiu,
De seus olhos enfurecidos pode se ver a vida que não teve, um filme que nunca fora feito;
A este o assistiu por noites inteiras, tendo seu corpo destroçado por vermes da intolerância,
Que penetram seus tímpanos surdos.
Uma nuvem de angustia desaba sobre ombros a fúria do mundo selvagem,
Tempestade maligna de ácido derretendo a mente, que não almejo nada mais do que conhecer o doce sabor do beijo no apogeu de uma paixão;
Mas este conhece o odor do vento tenebroso cortando a pele como navalhas nas noites de inverno.
Nas auroras da vida, olho no espelho a face calejada pelo sofrimento deste homem,
Visão hedionda desperta-me à realidade;
Fazendo-me lembrar que a utopia de meu sonho, foi o destino à min reservado;
Mas fui por Deus perdoado quando um sorriso mais belo que as jóias do céu noturno,
Em tua face anímica fiz florescer, como o pedido que meu congelado coração tanto almejava, te-la ao meu lado...
Como um espírito impuro do corpo de barro que pertencem as margens do rio Tiete;
Foi este exilado pelo desprezo dos irmãos na ignorância humana,
À não conhecer nunca, a nobreza do amor feminino.
Sujo e rasgado, com os pés descalços no mato, correndo com o animal que criou dentro de si,
Para suportar as gargalhadas de prazer de quem nunca está só,
Ao contrário, deste vulto que traz em tua face o gosto do fel;
Em um mundo onde ninguém se importa com o cheiro podre do esgoto em que se escondeu.
Mesmo assim ao engasgar com a saliva trazendo a fora o almoço que não consumiu,
De seus olhos enfurecidos pode se ver a vida que não teve, um filme que nunca fora feito;
A este o assistiu por noites inteiras, tendo seu corpo destroçado por vermes da intolerância,
Que penetram seus tímpanos surdos.
Uma nuvem de angustia desaba sobre ombros a fúria do mundo selvagem,
Tempestade maligna de ácido derretendo a mente, que não almejo nada mais do que conhecer o doce sabor do beijo no apogeu de uma paixão;
Mas este conhece o odor do vento tenebroso cortando a pele como navalhas nas noites de inverno.
Nas auroras da vida, olho no espelho a face calejada pelo sofrimento deste homem,
Visão hedionda desperta-me à realidade;
Fazendo-me lembrar que a utopia de meu sonho, foi o destino à min reservado;
Mas fui por Deus perdoado quando um sorriso mais belo que as jóias do céu noturno,
Em tua face anímica fiz florescer, como o pedido que meu congelado coração tanto almejava, te-la ao meu lado...
Referências: