Uma vez quando nada existia, me senti muito só, então resolvi fazer algo;
Ordenei que rochas se juntassem para formar um planeta, trouxe água em minhas mãos;
Também as pequenas sementes, plantei uma a uma, fazendo lindas florestas nascer;
Soltei os pássaros pelo céu para enfeitarem toda esta imensidão azul;
Na terra diferentes formas de vida criei e assim em paz eu podia admira-los ao brincarem;
Mas eu ainda me sentia só, não queria apenas olhar minhas criações, queria participar da vida deles;
Ainda assim no mar soltei criaturas exóticas, grandes, pequenas e magníficas;
As maiores ensinei-as cantar as canções mais belas da noite no oceano de compaixão;
Outras menores enchi de alegria, parecem palhaços no mar, e nunca param de nadar;
O caminhava pelas praias desse belíssimo mundo, notei que aquele céu estava escuro;
Fiz um circulo e a Lua surgiu, ela estava sozinha então fiz outros pontos brilhantes;
O resto da noite caminhei, e ainda não estava feliz, pois com quem eu dividiria tudo aquilo;
Através do barro moldei uma criatura, a minha forma e semelhança, e com um sopro dei-lhe vida;
Quando ela dormiu, assisti seus sonhos, e através de tua costela realizei seu desejo, uma companheira;
Tempos depois a pérfida deles me trouxe um intenso fel e fúria, expulsei-os de meu jardim;
Um lugar onde todos os seres eram respeitados e se respeitavam entre si;
Com a passada de alguns séculos uma nação já existia, e não me dava orgulho;
Eu iria destruí-los pela segunda vez, mais achei melhor enviar meu primogênito;
Ele foi recebido com ódio, egoísmo e inveja, pela maioria daqueles ignorantes;
Eu vou lhes dar uma ultima chance, aproveite pois eu amo até aqueles que me ofendem;
Também é do meu desejo que todos venham para mim, viver em paz.
Ordenei que rochas se juntassem para formar um planeta, trouxe água em minhas mãos;
Também as pequenas sementes, plantei uma a uma, fazendo lindas florestas nascer;
Soltei os pássaros pelo céu para enfeitarem toda esta imensidão azul;
Na terra diferentes formas de vida criei e assim em paz eu podia admira-los ao brincarem;
Mas eu ainda me sentia só, não queria apenas olhar minhas criações, queria participar da vida deles;
Ainda assim no mar soltei criaturas exóticas, grandes, pequenas e magníficas;
As maiores ensinei-as cantar as canções mais belas da noite no oceano de compaixão;
Outras menores enchi de alegria, parecem palhaços no mar, e nunca param de nadar;
O caminhava pelas praias desse belíssimo mundo, notei que aquele céu estava escuro;
Fiz um circulo e a Lua surgiu, ela estava sozinha então fiz outros pontos brilhantes;
O resto da noite caminhei, e ainda não estava feliz, pois com quem eu dividiria tudo aquilo;
Através do barro moldei uma criatura, a minha forma e semelhança, e com um sopro dei-lhe vida;
Quando ela dormiu, assisti seus sonhos, e através de tua costela realizei seu desejo, uma companheira;
Tempos depois a pérfida deles me trouxe um intenso fel e fúria, expulsei-os de meu jardim;
Um lugar onde todos os seres eram respeitados e se respeitavam entre si;
Com a passada de alguns séculos uma nação já existia, e não me dava orgulho;
Eu iria destruí-los pela segunda vez, mais achei melhor enviar meu primogênito;
Ele foi recebido com ódio, egoísmo e inveja, pela maioria daqueles ignorantes;
Eu vou lhes dar uma ultima chance, aproveite pois eu amo até aqueles que me ofendem;
Também é do meu desejo que todos venham para mim, viver em paz.
Referências: