Sob o clarão embriagante posso vê-lo caminhar;
Olhos que se misturam, as cores das flores;
Entre todos os magníficos segredos desta floresta;
Tem você, caminhando a noite, caminhando...
Caminhando pelo Éden, que não tem fim;
Sua realidade está nos meus sonhos, amigo;
Ainda que seja o contrario destas palavras;
Tem-se o que é real, na boca do poeta;
Tem-se o que é sonho, na mente de quem dorme;
Eu durmo, na mentira de todas as palavras.
Sobre sua cabeça, a Lua Cheia, me cega;
A tua beleza escurece nas sombras...
Dos pecados que são meus, de quem vem e foi;
Dos pecados que são os almejos do corpo;
A carne de barro que tem vida.
Seja companhia para eu esta noite;
Escute a história desta voz rouca;
Solte o sorriso do mar nos lábios;
Quando eu me tornar a vitrine do orgulho;
Fique hoje ao meu lado, anjo.
Olhos que se misturam, as cores das flores;
Entre todos os magníficos segredos desta floresta;
Tem você, caminhando a noite, caminhando...
Caminhando pelo Éden, que não tem fim;
Sua realidade está nos meus sonhos, amigo;
Ainda que seja o contrario destas palavras;
Tem-se o que é real, na boca do poeta;
Tem-se o que é sonho, na mente de quem dorme;
Eu durmo, na mentira de todas as palavras.
Sobre sua cabeça, a Lua Cheia, me cega;
A tua beleza escurece nas sombras...
Dos pecados que são meus, de quem vem e foi;
Dos pecados que são os almejos do corpo;
A carne de barro que tem vida.
Seja companhia para eu esta noite;
Escute a história desta voz rouca;
Solte o sorriso do mar nos lábios;
Quando eu me tornar a vitrine do orgulho;
Fique hoje ao meu lado, anjo.
Referências: